CFO e CROSP apoiam projeto SBENDO para melhoria da Especialidade

 


 

A Sociedade Brasileira de Endodontia se reuniu nas dependências da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, localizada na Rua

 Voluntários da Pátria, n° 547 - São Paulo, durante o 32° CIOSP em 01 de fevereiro de 2014. Com início às 12:10h seu Presidente Prof. Dr. Manoel Eduardo de Lima Machado, solicitou a presença a mesa do Prof. Dr. Marco Antonio Hungaro Duarte,  Dr. Claudio Miyake - Pres. Conselho Regional de Odontologia de São Paulo,  Dr. Leonardo Marconi Calvalcanti de Oliveira – Vice-Presidente do Conselho Federal de Odontologia, Prof. José Mauricio Camargo Paradela, e Profa. Liris Silmar Jacintho Pereira – Presidente COEAP – APCD Central. Com a mesa composta, Dr. Machado iniciou falando sobre o Congresso da SBENDO que acontecerá em São Paulo no mês de novembro do pressente ano. Discorreu sobre a forma de credenciamento na entidade e abriu espaço para a plenária inscrever assuntos que queriam discutir. Transferiu a palavra ao Dr. Claudio Miyake, que parabenizou pela reunião, agradeceu o convite, e se colocou a disposição no que se fizer necessário. Na sequência Dr. Machado passou a palavra ao Dr. Leonardo Marconi Cavalcanti Oliveira, que agradeceu o convite me nome do Dr. Ailton Rodrigues (Presidente do CFO), justificou a ausência do mesmo, e colocou o CFO também a disposição. Devido ao número de compromissos, os dois pediram licença e se retiraram da mesa. Dr. Machado então passou a palavra ao Prof. Marco Hungaro que discorreu sobre a necessidade da criação de um Board para avaliação do especialista, a exemplo do que existe na Ortodontia. Dr. Machado comentou a ansiedade levantada há 3 anos atrás na Reunião da SBENDO em relação à melhora da qualidade dos cursos de Especialização e da capacitação dos professores, que devem ser avaliados, e que para isto deverá ser formado um grupo que definirá critérios para esta avaliação. Dr. Hungaro comentou sobre a massificação dos cursos, e que muitos deles ausentam de infraestrutura apropriada. Será necessário definir pontos a serem avaliados a cada visita. Talvez a instituição de uma prova ao final da formação, e ressaltou que não seria uma prova punitiva. Comentou sobre uma publicação, onde se diz que 50% dos cursos não possuem preparação adequada. Outra ideia seria um certificado de reciclagem a cada 3 anos, ou mesmo oferecer um curso credenciado a eles, além de definir a infraestrutura adequada para uma escola. Neste momento Dr. Machado solicitou aos presentes que quiserem fazer parte das comissões a serem criadas, poderão se inscrever pelo email: contato@sbendo.com.br, e passou a palavra ao Prof. José Paradela, que ressaltou esse momento único dentro da especialidade e também do apoio dos conselhos Federal e Regional de Odontologia. Reafirmou a necessidade da avaliação dos cursos, da preocupação com o aluno que depois do curso nunca mais se recicla, e concorda com a avaliação a cada 3 anos. Dr. Machado passou a palavra a Profa. Liris Silmar Jacintho Pereira, que falou sobre os tópicos levantados na reunião do CFO em Brasília, como a utilização de bancos de dentes naturais, e ossos humanos. A mudança na forma da monografia que poderia ser em trabalho para publicação. Redução de carga horária mínima de 20 h. para Metodologia de Pesquisa, Bioética para 5 h., Ética e Legislação para 10h., além da necessidade de uma disciplina sobre a abordagem de relações profissionais. Outro tópico foi o aumento para 850hs, além da necessidade do professor ser especialista e mestre na área de concentração.  Neste momento, o colega Antônio Vicente de Niterói solicitou a palavra e disse que observa que os colegas especialistas mais novos tem medo de “colocar a mão” no paciente, e tem dificuldade de diagnosticar. Sugeriu que fosse criado um selo de qualidade. Outro colega da plenária Mauro de Chapecó - Santa Catarina também solicitou a palavra e disse estar feliz com a SBENDO, comentou também que cidade também possui cursos chancelados pelas grandes universidades, e pergunta de quem é a responsabilidade do profissional mal formado? Quem discute os cursos de lato sensu? Falou que a sociedade como um todo ainda não reconhece a excelência do profissional. Sugeriu que se deve discutir mais sobre esse assunto, e que a formação de um corpo docente para isso, talvez fosse mais ético. Neste momento, Dr. Machado salientou que esse é o Forum que precisa ser criado para debates e discussões. Disse que na reunião do CFO realizada em Brasília em Dezembro fez sugestões sobre o corpo docente. Em seguida Prof. Dr. Igor Prokopowisch pediu a palavra para dizer que as outras associações de endodontia não sobreviveram. Falou sobre outra proposta levada à reunião do CFO sobe o número de professores do corpo docente que deve ser correspondente ao número de alunos, ou seja, 1 professor para cada 4 alunos, e sendo assim poderia se elevar o número de alunos. Ele acredita que o professor deve ser avaliado e certificado pela SBENDO. Dr. Machado falou sobre as normas dos processos de especialização, e que acredita que devem sofrer mudanças, como carga horária e a necessidade do conteúdo que é importante, mas o professor é quem deve definir como aplicar. Prof. Danilo Shimabuko disse que poderia se levar ao CFO o problema de transferência do aluno para outro curso. Dr. Machado disse que é importante que o aluno que não tenha condições seja reprovado. Prof. Roberto Miguita – Pres. do Conselho das Regionais – São Paulo, disse acreditar na necessidade da reciclagem e avaliação dos ex alunos a cada 2 anos, e colocar como documento necessário para a inscrição no CFO, além da obrigatoriedade de serem sócios da SBENDO. Finalizando a reunião Dr. Machado deixou aberta as inscrições nas comissões e dos assuntos que desejam mudanças. Solicitou à plenária o auxílio na divulgação do Congresso da SBENDO que acontecerá em novembro de 2014 na cidade de São Paulo, finalizando-se assim a reunião com agradecimento a todos os presentes.

Mudanças sugeridas

1-Elaboração do Corpo de Professores Nacionais para compor as comissões avaliadoras (Board)

2-Formar uma comissão para determinar os métodos e mecanismos de avaliação dos: especialistas, os professores e os cursos.

3.Sugestões para os cursos de Especialização:

- aumento da carga horária para 900 horas ,jornada livre e presencial

-redução da carga horaria de metodologia cientifica (para 20hs)e sua melhor definição ,bioética e legislação (10hs),relações profissionais e entre pacientes (15hs)

-monografia poder ser livre, inclusive com casos clínicos

-qualificação dos professores e assistentes (coordenadores Doutores)

-as vagas do curso ficam definidas na porcentagem de 4 alunos por mestres (presentes)

4- Reciclagem Profissional –elaboração de possibilidades

 

 

Interessados em fazer parte da Comissão de Ensino SBENDO, favor enviar e-mail para contato@sbendo.com.br com Nome completo,
Contato (E-mail e telefone), currículo e nome da comissão que deseja. Prazo final: 30 de Abril

 

 
 
 

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